Assassinato de mulheres ainda é realidade em conflitos no campo 41 anos após morte de Margarida Alves; alta foi de 16% em 2023
- assessoriasesunipa
- 12 de ago. de 2024
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O dia 12 de agosto é marcado como o Dia de Luta Contra a Violência no Campo, em homenagem à sindicalista Margarida Alves, assassinada em 1983 por ordem de fazendeiros. Mais de quatro décadas depois, a violência rural continua intensa.
Em 2023, foram registrados 2.203 conflitos no campo, o maior número desde 1985, com 31 mortes, e o aumento de conflitos relacionados à terra. Trabalhadores sem-terra e indígenas são os mais afetados, e as mulheres também enfrentam violência severa, incluindo expulsões e assassinatos.
Fazendeiros e grileiros são os principais agressores, com um aumento nos despejos judiciais e violência perpetrada por agentes governamentais. Recentemente, a Mãe Bernadete, líder quilombola, e a indígena Nega Pataxó foram assassinadas, destacando a gravidade e persistência dos conflitos agrários.
Fonte: Brasil de Fato


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