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'Criança não é mãe, estuprador não é pai': manifestantes saem às ruas de Porto Alegre contra o PL da Gravidez Infantil

Foto: Jorge Leão


Milhares de mulheres tomaram as ruas do centro de Porto Alegre em protesto contra o Projeto de Lei 1.904/2024, que criminaliza o aborto realizado após a 22ª semana de gestação, equiparando-o ao homicídio. A marcha foi uma resposta à ação do deputado Arthur Lira, que colocou o PL em regime de urgência na Câmara dos Deputados, acelerando sua votação sem passar pelas comissões pertinentes. Além de denunciarem essa iniciativa como um retrocesso nos direitos das mulheres, os manifestantes também exigiram a saída de Lira do Congresso.


O PL, de autoria do deputado Sóstenes Cavalcante e apoiado por outros parlamentares, propõe penas severas para quem realizar abortos após 22 semanas, incluindo casos de estupro, o que gerou indignação generalizada entre os manifestantes. A mobilização, marcada pela presença de "pañuelos verdes", símbolo internacional da luta pela descriminalização do aborto, sublinhou a resistência contra o que é visto como uma tentativa de suprimir os direitos constitucionais das mulheres no Brasil.


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